quarta-feira, 3 de junho de 2015

Peça teatral fracassa antes do último ato!



Imagem de Marcos Santos
Gastança e muita farra eram a tônica das poucas fiscalizações realizadas pelo Sindmussp.


                                                               Imagem Marcos Santos
   Da direita para esquerda: Ronald Fonseca, Adelmo Ribeiro, Bill Martins, Paulo Aguilar, Chiquinho, Gerson Tajes (alemão), Fernando Skylo, Valdir Ramiro, José Grimaldi e Rodrigo Lau.


Foto Marcos Santos
Farra com dinheiro dos associados parece que está chegando ao fim!




Por Marcos Santos


Felizmente a farsa protagonizada por dirigentes do Sindicato dos Músicos no Estado de  São Paulo-Sindmussp na tentativa de vender uma ideia equivocada e totalmente distorcida de trabalho sério e honesto em prol de uma classe trabalhadora durou pouco. De acordo com os cometários de associados(antes iludidos) hoje o cenário que encontramos lá é muito diferente daquele criado dois anos atrás. A situação chegou a um nível tão dramático e caótico que, os relatos que venho escutando  dão conta de que o clima na entidade está semelhante a de um cemitério, ou seja: CLIMA DE VELÓRIO, MORTE ou coisa parecida!


Eu pergunto então: cadê àquela alegria, glamour, vai-e-vem diário de músicos, artistas, autoridades políticas...Cadê o famoso festival de selfies, fotos profissionais, vídeos, comentários elogiosos à nova gestão, etc e tal? Por onde anda o cabeleireiro? O dentista? A clínica odontológica móvel? E os estúdios de última geração? O departamento de imprensa? O estúdio fotográfico? A cabeleireira que ganhou um mil Cd's e aulas grátis de canto? Cadê as diligências de fiscalização nos bares, hotéis e restaurantes? Os projetos sociais por onde andam?- De uma coisa eu tenho certeza: 


Não há nada em oculto que um dia não venha a ser revelado! Ninguém consegue viver  enganando as pessoas  por muito tempo. É como num casamento cujo marido ou esposa adulteram e, acreditam que conseguirão sustentar essa aberração por muito tempo e após a descoberta o final todos nós já sabemos: divórcio.  Por mais que essas pessoas famintas por dinheiro e poder consigam iludir, trair e enganar a uma minoria, chega um momento em que tudo isso tende a acabar e o divórcio será inevitável ainda que, de forma litigiosa. 

A famosa máxima de que no jogo sujo da política  vale-tudo para se dar bem, na verdade, a história só pode ser escrita até a página sete porque as páginas restantes as quais esse blog, os hangouts do músico Mário Henrique de Oliveira e o blog Músico Empreendedor da jornalista Cláudia Souza, além da reflexão e insatisfação de muitos músicos inconformados, revelaram as reais intenções daqueles que por algum tempo conseguiram usurpar cargos e posições que nunca lhes pertenceram e o pior, sem a menor competência para conduzi-las com transparência, lisura e acima de tudo, respeito a inteligência de quem por meio da música consegue formar opinião na sociedade. De acordo com informações de associados descontentes, o teatro amador  cujo ator principal Gerson Tajes (Alemão) nem chegará ao segundo ato. Isso porque, hoje o protagonista do "espetáculo" vive acuado e escondido em seu "camarim" por causa das inúmeras denúncias envolvendo o seu nome que continuam pipocando esporadicamente em todo canto. Encobertado, quando procurado por algum músico manda dizer que não está ou, que está em reunião. Então eu pergunto: reunião sobre o quê e para discutir o quê? Antes, quem chegava lá era tratado como rei e até mesmo uma grande variedade de sucos de frutas em lata eram servidos além do tradicional cafezinho ou chá. Para os mais chegados, era servido Whisky e vinho importados. Pois é, como diz o dito popular: "Não há nada tão ruim que não possa piorar". Infelizmente, essa é a triste realidade que constatamos neste cenário deplorável de constantes tentativas frustradas de um grupo de pessoas inaptas para conduzir uma entidade já bastante fragilizada e deteriorada, não apenas pela ação do tempo, mas, sobretudo, pela intransigência e desenfreada ganância de seus algozes.










                                                                   Foto: Marcos Santos
  
      Diretor Rodrigo Lau tem tratamento de rei em rodízio de picanha em restaurante caro no centro de São Paulo.



Então...Parece que a fantasia criada neste maravilhoso mundo de o Mágico de Oz (faço alusão ao clássico da Disney) regado a muita bebida e comilança finalmente está chegando ao fim, porém, com um final nada feliz. Só o tempo será capaz de botar cada coisa em seu devido lugar e quem sabe, promover nas mentes e corações daqueles insensatos que se deixaram persuadir pelo glamour, vaidade, facilidades, enfim,  uma verdadeira e sincera reflexão. E que conceitos, posturas e atitudes desastrosas possam ser revistos, todavia,  que sirva de lição para  entenderem que o universo inteiro conspira contra a desordem social principalmente, quando essa desordem desequilibra todo sistema organizado por Deus e contraria os seus estatutos.  Encerro este texto citando mais uma vez este versículo    bíblico:


"Não há nada em oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia." Marcos 4:22






                                                                                                

                                                                            

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